A Escalada Selvagem: Como a Guerra Política Entre STF e Bolsonaro Ameaça Transformar o Brasil em um Refém Geopolítico
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A Escalada Selvagem: Como a Guerra Política Entre STF e Bolsonaro Ameaça Transformar o Brasil em um Refém Geopolítico
O cenário político brasileiro atingiu um ponto de efervescência perigoso, onde a disputa entre as principais forças institucionais e o principal polo de oposição ameaça transcender as fronteiras nacionais e ditar um custo incalculável para o país. O comentarista Kennedy Alencar mergulhou na análise dessa escalada, que ele define de forma incisiva: o Brasil se transformou em um “refém” de uma luta política que, longe de arrefecer, está se tornando cada vez mais selvagem e irracional.
O epicentro dessa crise é o confronto sem trégua entre o Supremo Tribunal Federal (STF), personificado na figura do ministro Alexandre de Moraes, e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Contudo, o que distingue o momento atual é a perigosa internacionalização do conflito, que arrasta o país para um palco geopolítico onde interesses estrangeiros e pesados cálculos eleitorais domésticos se misturam de forma explosiva.
O Cerco Judicial e o Silenciamento Compulsório
O STF, sob a liderança de Alexandre de Moraes, deu passos significativos e altamente controversos para neutralizar Jair Bolsonaro como força política ativa. O objetivo, segundo a análise, é “silenciar Bolsonaro e impedi-lo de ação política, embora não esteja ainda preso”. As medidas recentes são drásticas e demonstram a seriedade do cerco judicial:
Proibição de Entrevistas: Uma restrição direta à liberdade de expressão e à comunicação política do ex-presidente.
Bloqueio de Contas e Bens: Atingindo o filho de Bolsonaro, Eduardo, com o bloqueio de contas, Pix e ativos.
Intimação para Explicações: A defesa de Bolsonaro foi intimada a justificar uma postagem com o símbolo de uma tornozeleira eletrônica.
Essas ações, que beiram o limite da intervenção na vida política, têm um propósito evidente: espremer o principal adversário político do governo, limitando sua capacidade de articulação e comunicação com a base de apoiadores.
O Contragolpe Geopolítico: O Clan Bolsonaro e o Agente Estrangeiro
Se o STF tenta confinar Bolsonaro ao âmbito doméstico e judicial, o ex-presidente e seu clã adotaram uma estratégia de risco máximo: a internacionalização do conflito. A família Bolsonaro encontrou no ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a “ferramenta” necessária para combater o STF e, principalmente, “tentar livrar o patriarca da cadeia”.
Essa tática, contudo, é vista por analistas e pelas próprias instituições brasileiras como um ato de alto risco para a soberania nacional. O governo brasileiro e o STF não hesitam em enxergar Jair Bolsonaro não apenas como um adversário político, mas como um “agente de uma potência estrangeira” cujo objetivo é interferir na política doméstica brasileira.
Essa percepção é reforçada por outra dimensão do conflito que adiciona uma camada de complexidade e interesses econômicos pesados: o caso das Big Techs. A discussão sobre a regulação das gigantes de tecnologia — um tema que move cifras bilionárias e influencia a opinião pública global — torna-se um campo de batalha onde os interesses da política interna brasileira se confundem com a defesa de grandes corporações estrangeiras. O Brasil, assim, deixa de ser apenas um palco de disputas internas e se torna um peão em um xadrez que envolve potências e corporações.
O Cálculo Frio de Lula: Popularidade Paga com Custos Nacionais

No meio dessa tempestade, o governo brasileiro, liderado pelo presidente Lula, tem agido com um cálculo político frio, visando o benefício eleitoral em detrimento da estabilidade geopolítica. O governo de turno está sendo “beneficiado pelo mesmo fenômeno registrado em outros países nos quais Trump interferiu em assuntos internos”: está ganhando popularidade.
Essa popularidade é um derivado da percepção de que o governo está confrontando forças externas (Trump, Big Techs) e internas (Bolsonaro/STF) que poderiam desestabilizar o país. Sentindo-se “confortável na luta política”, o governo acredita ter, via o ministro Moraes, os “instrumentos para encurralar o principal adversário político” e, via o confronto com Trump, “melhores chances eleitorais”.
Contudo, essa estratégia de conforto eleitoral esconde um custo altíssimo para o país. As provocações do presidente Lula aos Estados Unidos, muitas delas consideradas “completamente desnecessárias” por analistas, geram um desgaste diplomático e econômico que está apenas no começo. Para o Brasil, essa postura beligerante não traz benefícios a longo prazo, mas sim uma enorme instabilidade: “Vai empurrando o Brasil por uma dificílima posição geopolítica”.
O Brasil, o Duplo Refém
A análise da escalada política desenha um quadro sombrio, onde o Brasil é, de fato, um refém duplo.
De um lado, o país é refém de uma luta de poder interna que ultrapassa os limites da racionalidade. Os líderes, obcecados por anular adversários e garantir a permanência no poder, estão dispostos a sacrificar a estabilidade institucional e o bom relacionamento internacional.
De outro lado, o Brasil é refém de uma dinâmica internacional que o obriga a tomar partido ou ser retaliado. A intervenção de figuras como Donald Trump e os interesses econômicos das Big Techs transformam a política doméstica em um campo minado onde as consequências de qualquer passo em falso são imediatas e severas.
A racionalidade, que seria esperada ao menos na parte econômica e comercial dessa luta, tem sido impedida pela política cega. Em última instância, o que o país observa é uma luta de titãs onde o preço a ser pago — a credibilidade, a estabilidade e a posição geopolítica da nação — é o mais alto de todos. O custo desse jogo político perigoso está longe de ser consolidado, mas a certeza é de que, a cada dia, o Brasil se torna mais vulnerável e menos soberano em suas próprias decisões. O país paga a conta da fúria e do cálculo frio de seus líderes.
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